Boys Don´t Cry
Foi este um dos últimos temas que os “The Cure” tocaram ontem à noite no Pavilhão Atlântico, a rebentar pelas costuras, num concerto com 3 horas de duração, onde estão incluídos 3 encores. Como já deves ter percebido, estive lá e ainda bem que estive, pois o concerto foi simplesmente fantástico. O Robert Smith com os seus 49 anos, continua em excelente forma e não é qualquer cantor, de qualquer idade, que canta 3 horas (para mim foi inédito), sempre com a voz impecável, como se estivesse a ouvir directamente de um cd ou mp3 de óptima qualidade.

Eu e a minha mulher

Uma fase do concerto dos The Cure
Os The Cure marcaram um pouco a minha adolescência e fui lá mais para ouvir os velhos êxitos, tais como Boys don´t cry, Lullaby, Love song, Close to me, só para dar alguns exemplos, mas fiquei agradavelmente surpreendido com alguns temas menos conhecidos, pelo menos, para mim e também do novo álbum que está prestes a ser lançado.
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Eu também lá estive, e achei espectacular. Relembrei os meus tempos de juventude, quando andava sempre de preto, com as minhas Doc Martens.
Grande concerto! Mas foi duro, estar ali 3 horas a “bombar”. E no final do concerto quando tocaram algumas músicas dos 1ºs álbuns (”Boys don’t cry”, “10:15 Saturday Night”, “Killing an Arab”, “Another Day”, “Grinding Halt” e “Jumping Someone Else’s Train”) foi a loucura. O pessoal já estava todo “à rasca” dos pés mas, mesmo assim ainda se arranjaram forças para dar mais uns saltos.
Foi a loucura!
Gosto de preto, mas nunca andei todo de preto :), mas tive as minhas “Doc Martens”, aliás, ainda as tenho, embora não as use.
Foi um pouco doloroso sim, até porque nesse dia levantei-me bem cedo e de tarde tive duas horas a jogar ténis, mas era muito mais doloroso se o concerto não tivesse a qualidade que teve.